Com a concentração de atividade econômica e logística, o estado de São Paulo consolidou-se como o principal polo de distribuição de mercadorias falsificadas no país. O combate à falsificação tem se intensificado no país por meio da cooperação entre fabricantes e órgãos públicos. Desde 2009, iniciativas estruturadas de proteção de marca vêm sendo desenvolvidas, com destaque para treinamentos voltados a autoridades aduaneiras, forças policiais e associações de proteção à marca, incluindo o INPI, o PROCON e associações especializadas em brand protection no Brasil. Em 2025, quase 2000 agentes participaram dessas capacitações em diversos estados brasileiros.

Enquanto parte das falsificações apresenta sinais evidentes de irregularidade, uma parcela reproduz melhor elaborada dificulta a identificação imediata e amplia os riscos para a cadeia industrial e para o mercado consumidor. Segundo representantes da SKF, a empresa identificou a apreensão de aproximadamente 3.800 mil unidades de produtos falsificados, com valoração estimada em cerca de € 280 mil (o que equivale a cerca de 1.7 milhão de reais).
Em uma operação realizada em dezembro de 2025 no estado de São Paulo, as investigações apontaram prejuízo estimado de quase R$ 70 milhões aos cofres públicos nos últimos cinco anos, além de mais de R$ 250 milhões já inscritos em Dívida Ativa, segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Outra operação, também realizada em São Paulo, resultou na apreensão de uma fábrica clandestina e de cinco distribuidores envolvidos. O valor estimado apenas dos produtos apreendidos ultrapassa € 191.820 mil (aproximadamente a R$ 1,2 milhão em reais), segundo dados consolidados de ações de proteção de marca conduzidas no Brasil pela SKF.
Fonte: Caio Olliveira caio@mapa360.com.br Assessoria de imprensa








