Anuário Brasileiro da Siderurgia
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Editorial – Inteligência artificial já está presente, e transforma a siderurgia brasileira
Editorial destaca eleições, baixo crescimento e desafios da siderurgia frente a importações e juros altos. O Anuário 2026 é reformulado e analisa produção, consumidores, sustentabilidade e metais. IA, Big Data e Data Lake já transformam o setor e exigem adoção urgente para ampliar competitividade.
Suporte Informativo
O Anuário Brasileiro da Siderurgia 2026 chega à 27ª edição com análises estratégicas, dados atualizados e projeções do setor. Traz dez seções temáticas, modernização editorial e foco em economia, produção, comércio exterior, tecnologia, sustentabilidade e mercados consumidores.
Juros e política: os obstáculos a serem superados
Em ano eleitoral e com juros ainda elevados, o Brasil enfrenta incertezas. Projeções indicam PIB perto de 1,8% em 2026, dependente de cortes na Selic e controle da inflação. Importações, “Custo Brasil” e cenário externo pressionam a indústria, exigindo reformas e maior competitividade.
Siderurgia Brasileira e Latino-Americana em 2026
Em 2026, a siderurgia brasileira e latino-americana deve viver “incômoda estabilidade”. Produção e consumo seguem pressionados por importações — sobretudo da China —, juros altos e excesso global de capacidade. A prioridade será defender o mercado interno e preservar competitividade diante da concorrência desleal.
Processadores e distribuidores de aço buscam estratégias, mas projetam cenários modestos para 2026
Processadores e distribuidores de aço enfrentaram 2025 difícil, com margens comprimidas e forte avanço das importações, sobretudo da China. Para 2026, projetam estabilidade nos volumes e leve alta de preços, mas crescimento modesto. Defesa comercial e estratégia conjunta serão decisivas.
Aço importado – Os desafios além das tarifas e do câmbio
Em 2025, as importações de aço bateram recorde, puxadas pela China, expondo gargalos logísticos e erros aduaneiros. Com tarifa de 25% em 2026, o volume deve cair, priorizando aços especiais. Competitividade dependerá de estratégia logística, governança fiscal e inteligência na cadeia.
O Aço e os grandes consumidores: O ano de 2026 será de grandes desafios
Após 2025 desafiador, o aço enfrenta 2026 com incertezas. Automotivo e motos crescem, mas há disputa sobre taxação de elétricos e avanço chinês. Autopeças projetam moderação, implementos recuam e bicicletas sofrem com importações. O setor aposta em resiliência para sustentar demanda e competitividade.
Construção civil projeta crescimento em 2026
Após desacelerar em 2025, a construção civil projeta retomada em 2026, com expectativa de crescimento entre 2% e 3%, apoiada na queda dos juros, investimentos em infraestrutura e no Minha Casa, Minha Vida. Custos elevados, carga tributária e falta de mão de obra seguem como desafios ao setor.
Indústria brasileira reage e respira entre o otimismo e a realidade
A indústria de máquinas cresceu 7,3% em 2025, mas enfrenta juros altos, desaceleração e concorrência chinesa. Para 2026, a alta deve ser menor. O setor ferroviário também avançou, com mais vagões e locomotivas, porém cobra regras claras e condições competitivas para sustentar investimentos e empregos.
Data Lake, IA e Big Data: A arquitetura da nova indústria
Na Indústria 4.0, Big Data, IA e Data Lake formam a base da nova arquitetura industrial. O Data Lake centraliza dados brutos, o Big Data processa grandes volumes e a IA transforma informações em decisões preditivas, elevando eficiência, segurança, produtividade e competitividade nas empresas.
Siderurgia verde e ESG são os caminhos para o aço sustentável
Siderurgia verde e ESG tornam o aço mais sustentável. Embora 100% reciclável, o setor responde por até 9% das emissões globais. Empresas como ArcelorMittal e AVB investem em energia renovável, biocarbono, economia circular e governança, buscando descarbonização, eficiência e impacto social positivo.
Geopolítica e preços: O ano agitado dos metais não ferrosos
Em 2025, anúncios de Donald Trump elevaram volatilidade e preços dos metais. Cobre e alumínio dispararam; estanho liderou ganhos. Zinco e chumbo oscilaram com oferta e imóveis; níquel sofreu com excesso de produção. Para 2026, há viés de alta, mas incertezas geopolíticas persistem.
Produção nacional do Aço
Segundo o Instituto Aço Brasil – IABr em 2025, foram produzidos no Brasil 33.347 milhões de toneladas em 31 usinas espalhadas em 10 estados...
Entidade de classe
ENTIDADES E ATIVIDADES EMPRESARIAIS QUE INTERAGEM NA CADEIA SIDERÚGICA Abal – Associação Brasileira de Alumínio www.abal.org.br Abcem – Associação...










