Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil é um dos principais fornecedores dos bens de alto valor agregado ao mercado dos EUA. Entre janeiro e março de 2025, os Estados Unidos compraram 75% do aço brasileiro exportado, sobretudo em bens semiacabados, como placas, lingotes e blocos. Assim, a entidade manifesta preocupação com a entrada em vigor, a partir do dia 4, da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos.
“Dobrar a taxação sobre o aço e o alumínio é um retrocesso nas relações comerciais entre nossos países. Continuamos defendendo que o diálogo é o melhor caminho para reverter medidas desproporcionais como essa e restabelecer um ambiente de confiança e cooperação mútua, para evitar que as cadeias produtivas em ambos os países sejam ainda mais prejudicadas”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.
Ele reforça que, em conjunto com as federações de indústria e associações setoriais, a CNI tem atuado junto ao governo brasileiro em busca de respostas firmes e de soluções para resolver a situação. Só em 2024, por exemplo, 60% das exportações brasileiras de aço e 16,8% de alumínio tiveram os EUA como destino, de acordo com dados do Instituto Aço Brasil e da Associação Brasileira de Alumínio (Abal).
Fonte: Jornalismo – CNI <imprensa@cni.com.br> Assessoria de imprensa








