Durante reunião de representantes do setor produtivo nacional com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União -AP), no dia 25, foi protocolado manifesto em defesa das micro e pequenas empresas no debate sobre a redução da jornada de trabalho. No manifesto, assinado por mais de 1,2 mil federações e associações comerciais e empresariais ligadas à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o Sistema do Associativismo alerta para os riscos de uma implementação acelerada da nova jornada, especialmente para micro e pequenos negócios — responsáveis por 93,8% das empresas brasileiras.
Segundo o documento, com assinaturas encabeçadas pelo presidente da CACB, Facesp e ACSP, Alfredo Cotait Neto, líder nacional do associativismo, mudanças abruptas na jornada podem pressionar custos operacionais, elevar preços ao consumidor, reduzir postos formais de trabalho e incentivar a substituição de vínculos empregatícios tradicionais por modelos de contratação mais precários, como a pejotização e a formalização via MEI.
Na avaliação do diretor de Relações Institucionais da CACB, João Andrade, o presidente do Senado foi sensível às preocupações e que fará um processo tramitação justo. Pelo setor do associativismo, também participaram da reunião da diretora de Comunicação da CACB, Monica Monteiro, e presidente do Conselho de Inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Tito Hollanda Barroso, além de representantes de entidades representativas de 30 setores econômicos.
Fonte: institucional@cacb.org.br Assessoria de Comunicação CACB








