Tomando como base os números até novembro a produção atingirá 33,8 M/t, alta de 5,5% em relação a 2023, e as vendas internas chegarão a 21,2M/t, aumento de 8,4%. As exportações sofrerão queda de 15,2% e fecham em 9,9 M/t.
As importações avançam 24%, para 6,2 M/t., sendo que os laminados crescem 15%, para 5,1 M/t. Comparando com a média entre 2020 e 2022, o ingresso de laminados no país crescerá 66%. O aço que ingressa em ritmo forte no país tem origem principalmente na China, e foi responsável por 92% do aço aqui internado.
O Consumo Aparente crescerá 9,6%, para 26,3 M/t.
Segundo Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Aço Brasil o
reforço às defesas comerciais como a implantação do sistema “cotas Tarifas” implementado pelo governo mudou o ritmo de entrada de alguns produtos, mas não foi suficiente para segurar a invasão de aço estrangeiro no país.

Prova disso é que entre junho e novembro de 2023, chegaram ao Brasil 1.254.550 toneladas e agora em 2024 chegaram 1.255.888 toneladas mostrando estabilidade e variação de apenas 0,1%. No entanto, segundo ele, caso não houvesse esta barreira, estaríamos amargando um crescimento nas importações de mais de 100% no período.
Para 2025, o Aço Brasil prevê queda de 0,6% na produção, para 33,6 M/t; queda de 0,8% nas vendas internas, para 21 M/t; alta de 2,2% nas exportações, para 2,3 M/t; e 11,5% nas importações de laminados, com 5,6 M/t. O consumo aparente no período deverá variar 1,5%, para 26,7 M/t.
Fonte: Instituto Aço Brasil