Segundo relatório financeiro anunciado pela Vale, seu desempenho de vendas melhorou em todos os segmentos de negócios. As vendas de minério de ferro aumentaram 4% (2,3 Mt) a/a, enquanto as vendas de cobre e níquel aumentaram 7% (5,1 kt) e 18% (5,8 kt), respectivamente. Entretanto, o EBITDA Proforma diminuiu 8% a/a, totalizando US$ 3,2 bilhões. Porém, os maiores volumes de vendas e menores custos unitários em minério de ferro, combinado com o melhor desempenho da Vale Base Metals compensaram parcialmente o impacto dos menores preços de minério de ferro e níquel.

O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$ 90,8/t, permanecendo estável t/t, enquanto diminuiu 10% a/a. Já o custo caixa C1 de finos de minério de ferro, excluindo compras de terceiros, recuou 11% a/a, atingindo US$ 21,0/t,, mas a Vale segue confiante em atingir seu guidance de custo caixa C1 para 2025 de US$ 20,5-22,0/t.
Outro destaque, os custos all-in do cobre, foram 63% menores a/a, atingindo US$ 1.212/t,, enquanto os custos all-in do níquel (ajustado pela PTVI) recuaram 4% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 15.730/t.
É mencionado ainda CAPEX de US$ 1,2 bilhão, US$ 221 milhões menor a/a, mas em linha com a revisão do plano de investimento para 2025. O guidance de CAPEX para 2025 permanece em US$ 5,9 bilhões. Além disso, a geração de fluxo de caixa livre recorrente foi de US$ 504 milhões, US$ 1,7 bilhão menor a/a, refletindo o menor EBITDA e maior capital de giro. Já a dívida líquida expandida foi de US$ 18,2 bilhões em 31 de março, US$ 1,8 bilhão maior t/t, impactada pelo pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio. Os resultados completos podem ser vistos no endereço: https://vale.com/pt/comunicados-resultados-apresentacoes-e-relatorios
Fonte: Assessoria de Imprensa Vale










