Entre janeiro e maio de 2025, as importações de aço cresceram 26,8% atingindo a cifra de 2,9 milhões de toneladas. No mesmo período a produção local de aço bruto cresceu somente 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com um total neste período de 13,7 milhões de toneladas.
Ainda no mesmo período as vendas internas avançaram 3,3%, acumulando 8,6 milhões de toneladas; as exportações cresceram 3,3%, para 4,1 milhões de toneladas; e o consumo aparente de produtos de aço avançou 9,2%, para 11,3 milhões de toneladas, parte explicado pela forte alta das importações. Os dados foram fornecidos pelo Instituto Aço Brasil.

Ao considerarmos exclusivamente a produção mensal de maio houve crescimento de 5% em relação a maio de 2014, com 2,7 milhões de toneladas.
E em maio as importações avançaram 24,8%, para 700 mil toneladas – o maior patamar mensal da história -, e as exportações subiram 40,1%, para 1 milhão de toneladas. As vendas internas também cresceram em 3,8%, para 1,8 milhão de toneladas, e o consumo aparente de produtos de aço cresceu 12,2%, tendo fechado em 2,4 milhões de toneladas.
O que não vai bem são as expectativas dos CEOs e Diretores das Usinas, pois o ICIA- Índice de Confiança da Indústria do Aço, apresentou recuo pelo oitavo mês seguido. Neste mês o indicador retrocedeu 7,5 pontos em relação a maio e se constituiu no segundo menor índice de toda a série histórica com 22,7 pontos ficando atras somente dos 16,3 pontos registrados durante a pandemia da Covid 19. Só para lembrar abaixo de 50 pontos mostram a falta de confiança e acima dos 50 pontos a existência de confiança no futuro do setor.
Fonte: Instituto Aço Brasil










