A TÜV Rheinland, referência mundial em serviços de testes e certificações, identificou que a maioria dos painéis solares avaliados em 2024 apresentou potência inferior à declarada pelos fabricantes.
Os testes, realizados em laboratórios na Ásia e na Europa, revelaram que apenas 34,3% dos módulos entregaram desempenho igual ou superior ao especificado, enquanto 65,7% ficaram abaixo, ainda que, em sua maioria, dentro da margem de incerteza de 1,5%. Os dados acendem um alerta sobre a transparência e a confiabilidade no setor.
Apesar desse cenário, o Brasil se destaca globalmente na geração de energia solar, impulsionado por sua localização geográfica privilegiada e por políticas de incentivo. Segundo a Absolar, o país já superou os 55 GW de capacidade instalada, consolidando a energia solar como a segunda maior fonte da matriz elétrica nacional, com mais de 20% de participação.










