Entre janeiro e maio de 2025, as vendas internas avançaram 3,3%, somando 8,6 milhões de toneladas; as exportações cresceram 3,3%, totalizando 4,1 milhões de toneladas; e o consumo aparente de produtos de aço aumentou 9,2%, chegando a 11,3 milhões de toneladas. Esse crescimento se deve principalmente ao avanço das importações, que já atingiram 2,9 milhões de toneladas — alta de 26,8% em relação ao mesmo período de 2024. Já a produção nacional cresceu apenas 0,7%.

Em maio, a produção teve alta de 5% frente a maio de 2024, com 2,7 milhões de toneladas. As importações subiram 24,8%, para 700 mil toneladas — maior volume mensal da série histórica —, e as exportações cresceram 40,1%, alcançando 1 milhão de toneladas. As vendas internas em maio cresceram 3,8%, chegando a 1,8 milhão de toneladas, enquanto o consumo aparente subiu 12,2%, totalizando 2,4 milhões.
O que não tem crescido, pelo oitavo mês seguido, são as expectativas dos CEOs e diretores das usinas. O ICIA — Índice de Confiança da Indústria do Aço — caiu 7,5 pontos e atingiu 22,7 pontos, o segundo menor nível da série histórica, atrás apenas dos 16,3 pontos registrados na pandemia. Índices abaixo de 50 indicam falta de confiança no setor.
Fonte: Instituto Aço Brasil










