Com a frase: “Fica cada vez mais evidente que estamos recebendo um fluxo perigoso de veículos chineses […], com Imposto de Importação abaixo da média global. Não ficaremos passivos com a interrupção de um projeto de neoindustrialização do país…” – o presidente da Anfavea expressou grande preocupação com o setor.
As importações da China cresceram 15,6% no semestre, com 228,5 mil unidades. Segundo Igor Calvet, “esse volume equivale à produção anual de uma fábrica nacional de grande porte, com mais de 6 mil funcionários diretos.”

Os emplacamentos no Brasil somaram 1,2 milhão de veículos (+4,8%). A produção local cresceu só 2,6%, enquanto os importados subiram 15,6%.
Preocupa também a análise da Camex para o pedido da BYD, instalada na Bahia, sobre a redução de alíquotas nos processos CKD e SKD.
Em junho, a média diária de vendas caiu, algo que não ocorria há mais de dois anos.
Nos caminhões, os emplacamentos recuaram 3,6% no semestre. A produção subiu 3,1%, mas desacelera mês a mês. O destaque positivo foi o setor de ônibus: +7,3% na produção e +31,3% nas vendas.
Fonte: Anfavea










