Segundo a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), o Brasil é hoje referência mundial em reciclagem de alumínio, sendo que em 2024, 57% do consumo nacional do metal teve origem em alumínio reciclado – índice quase duas vezes superior à média global. Neste contexto, a ABAL firmou uma parceria com a Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT) para a realização de um mapeamento inédito sobre a realidade socioeconômica e operacional dos catadores autônomos no centro da capital paulista.

O estudo vai detalhar rotinas, trajetos, renda média e desafios enfrentados por esses trabalhadores, que têm papel essencial na economia circular e na sustentabilidade urbana. Além da coleta e sistematização de dados, a iniciativa prevê a elaboração de uma proposta técnica e operacional, com cenários de investimento, recomendações práticas e estratégias para ampliar a renda dos catadores e fortalecer a reciclagem urbana.
Para a presidente-executiva da ABAL, Janaina Donas, o mapeamento simboliza a convergência de esforços entre a indústria recicladora de alumínio e os catadores em torno de uma agenda nacional de reciclagem, inclusão social e sustentabilidade. “A sucata é um insumo estratégico para o setor, pois viabiliza a produção de alumínio de baixo carbono e fortalece o protagonismo do país na transição sustentável. Mas é essencial também valorizar e fortalecer as empresas comprometidas com investimentos em agregação de valor e na transformação em território nacional, com produtos inovadores e competitivos no cenário global. Dessa forma, consolidamos o alumínio como vetor de desenvolvimento sustentável e de competitividade internacional”, afirma.
Fonte: Claudia Martins claudia.martins=gbr.com.br@imxsnd07.com Assessoria de imprensa










