O Boletim “Comunicaciones Alacero” desta semana trouxe um pronunciamento de Daniel Rey – Diretor Executivo da Câmara Colombiana dos Produtores de Aço, alertando sobre a pouca movimentação nos países da América Latina sobre a importação de aço, principalmente vindo da China.
Eis a integra do texto reproduzido:
Entre 2010 e 2023, 737 medidas de defesa comercial sobre aço foram ativadas mundialmente, das quais 83 correspondiam à América Latina. Essa diferença não se deve ao fato de que “nada acontece aqui”; isso se explica pelo fato de que, quando um grande mercado se defende, o comércio é redirecionado. E é aí que começa o efeito dominó.
Um exemplo que vimos em 2018 foi quando os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 25% sobre as importações de aço. Parte desse estoque encontrou novos destinos, enquanto o restante dos mercados também ajustou suas regras: a União Europeia aplicou salvaguardas para 23 produtos e o Reino Unido para 19.
O tempo também é um fator determinante; um processo antidumping dura em média 398 dias no mundo, na América Latina 462 dias segundo o Estudo Alacero, Asociación Latinoamericana del Acero Trade Defense O desafio para a região não é copiar medidas, mas entender quando o mercado deixa de ser competitivo e como reagir sem perder a capacidade produtiva. emprego e conexões locais.
Fonte: Boletim Comunicaciones Alacero.










