
“A Fiesp manifesta repúdio à forma açodada e sob nítido apelo eleitoral na condução do texto da Medida Provisória do Frete. Se a Lei 13.703, de 2018, já atropelava o livre mercado e impunha intervenção estatal descabida na economia, o novo texto, que agora será debatido no Senado, vai ampliar ainda mais os custos de todos os brasileiros, com impacto direto nos preços das mercadorias”. Com este parágrafo de abertura, a nota divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra a desaprovação da entidade em relação à medida.
Para a Fiesp, o texto estabelece multas desproporcionais e a cassação de registros, instaurando um ambiente de insegurança jurídica para todas as atividades econômicas. Como consequência, para os produtos de menor valor agregado o custo do frete, em muitos casos, será maior do que o preço da própria carga. “Chegamos ao absurdo de a logística de transporte de calcário agrícola, insumo essencial para o agronegócio, por exemplo, chegar a custar quase o dobro do valor da carga”, diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
Fonte: Giovana Gobbi Campaneli giovana.campaneli@sesisenaisp.org.br Assessoria de imprensa







