Segundo nota publicada no portal “Autoindústria”, o chairman executivo da Volkswagen América do Sul reconhece que os desafios provocados pela chegada dos veículos chineses exigem ações rápidas para não perder a competitividade.
Dessa forma, a empresa passará a importar da China sistemas para os híbridos da marca a serem produzidos no Brasil e na Argentina, bem como a importar carros elétricos que a VW China lançará em 2026 e 2027, e ainda participar do desenvolvimento de veículos a serem fabricados tanto na China, como na América do Sul. “Sei das vantagens de lá. Eles trabalham em dois turnos diários de dez horas, e têm eficiência brutal. No desenvolvimento de carros e peças, são 40% a 50% mais rápidos do que a Europa”, afirmou o executivo.







