Durante debate no Senado Federal para discutir os impactos sociais, econômicos e produtivos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, disse que a indústria defende o aprofundamento das negociações para garantir que a eventual redução da jornada de trabalho seja uma conquista para todos os brasileiros, não apenas para uma parcela da população.
Ele reforçou que o setor produtivo não é contra a discussão sobre a modernização trabalhista e a redução da jornada de trabalho. As críticas estão relacionadas à forma como essa discussão está sendo feita e ao momento em que se discute a proposta. “É óbvio que essa discussão nos interessa, mas é óbvio que isso tem que ser uma conquista efetiva, uma conquista não de cerca de 14 ou 15 milhões de brasileiros que trabalham 44 horas, mas uma conquista de 215 milhões de brasileiras e brasileiros”, disse Alban.
Outros representantes do setor industrial participaram do debate no plenário do Senado. Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, defendeu a proposta alternativa de emenda à Constituição que está tramitando no Senado. Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Luiz Césio Caetano, alertou que para promover uma mudança linear na redução da jornada, é imprescindível considerar os impactos reais sobre as empresas, seus colaboradores e a economia brasileira.
Fonte: Jornalismo – CNI imprensa@cni.com.br Assessoria de imprensa







