O Talent Trends 2026, estudo realizado pela Michael Page, com mais de 5 mil profissionais da área de engenharia e manufatura entrevistados globalmente, aponta que diante da escassez de mão de obra especializada e da crescente pressão por eficiência, empresas passam a olhar para desenvolvimento de carreira, capacitação e bem-estar como fatores estratégicos para sustentar ganhos de produtividade.
Esse movimento já aparece na percepção dos próprios profissionais. No Brasil, 56% dos profissionais de engenharia e manufatura afirmam estar satisfeitos com o trabalho, índice superior à média nacional (48%). Além disso, apenas 34% dizem que mudariam de emprego exclusivamente por salário, abaixo da média dos profissionais brasileiros (38%).
Entre as principais prioridades para os próximos anos estão atuar em projetos mais complexos e de maior visibilidade (53%), desenvolver novas habilidades (52%) e investir em treinamentos e especializações (49%). O equilíbrio entre vida pessoal e profissional aparece em seguida, citado por 34% dos entrevistados. A Inteligência Artificial também avança na engenharia e na manufatura, mas sua adoção ainda encontra barreiras. De acordo com o estudo, 69% das empresas incentivam o uso de Inteligência Artificial Generativa, enquanto 55% dos profissionais afirmam utilizar essas ferramentas no dia a dia.
“A tecnologia evolui rápido, mas as pessoas precisam evoluir junto. Na indústria, o diferencial não está apenas nas máquinas, mas na capacidade de desenvolver profissionais na mesma velocidade em que o trabalho se transforma”, afirma Rodrigo Videira, Gerente Executivo da Michael Page Brasil.
Fonte: Ana Carolina Lima analima@agenciamam.com Assessoria de imprensa







