O estudo Global Mine 2026: da ambição à ação, da PwC, aponta que o Brasil parte de uma posição favorável no uso de ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA) e a digitalização, mas o sucesso depende da capacidade das empresas de integrar IA, dados e inovação às suas estratégias de negócio.

O conteúdo destaca que a competitividade no setor será definida pela disponibilidade de recursos naturais associada à adoção de novas tecnologias, pela capacidade de processamento. Porém, para que este avanço seja viável, é necessário um ambiente regulatório que favoreça investimentos e inovação.
Outro fator determinante é a adoção de inteligência artificial (IA) e tecnologias digitais. Essas ferramentas devem impulsionar ganhos expressivos de produtividade, eficiência operacional e redução de custos, além de contribuir positivamente para a agenda ESG das empresas, não apenas no que se refere à descarbonização, mas também ao uso mais eficiente de recursos hídricos, à segurança das pessoas por meio de processos de monitoramento de estruturas e remoção preventiva de equipes de áreas de risco, e ao aumento da qualidade, disponibilidade e rastreabilidade dos dados que sustentam a transparência e a governança corporativa.
O estudo da PwC também indica que 2025 foi um ano sólido para as 40 maiores mineradoras do analisadas globalmente. As receitas cresceram 3,3% (alcançando US$ 909 bilhões) e os lucros líquidos somam US$ 120 bilhões, impulsionados pela disciplina de custos e preços elevados de metais preciosos e cobre.
Fonte: Natalia Almeida <natalia.almeida@cdicom.com.br> Assessoria de Comunicação







