A produção mundial de aço bruto somou 149,2 milhões de toneladas em julho de 2026, queda de 0,3% sobre julho de 2025. Os dados da World Steel Association (worldsteel) abrangem 70 países, responsáveis por cerca de 98% da produção mundial.

A Ásia e Oceania responderam por 109,4 milhões de toneladas, retração de 1,2%. A União Europeia produziu 10,5 milhões (+3,8%), a América do Norte 9,6 milhões (+4,9%) e a América do Sul, 3,6 milhões (+2,8%). A Índia produziu 14,4 milhões de toneladas (+1,9%), seguida pelos EUA, com 7,4 milhões (+4,4%), e pelo Japão, com 6,9 milhões (+0,4%). Rússia e Coreia do Sul produziram 5,7 milhões cada. A Turquia chegou a 3,4 milhões (+7,0%). No Brasil, foram 2,8 milhões de toneladas, alta de 0,1%. O Vietnã teve o maior crescimento entre os dez maiores produtores, de 34,7%, para 2,7 milhões.
A China manteve ampla liderança, com 76,9 milhões de toneladas, apesar da queda de 3,6%. O volume representa mais da metade do total produzido pelos países pesquisados. Essa escala faz da siderurgia chinesa um dos principais fatores de influência sobre o mercado global. Com isso, o excedente da produção chinesa pode ser direcionado a outros mercados, pressionando preços, margens e produtores, sobretudo nos países mais vulneráveis à entrada do aço chinês. Por isso, veem-se em vários países, medidas comerciais protetivas, tentando preservar a sua indústria.
Fonte: worldsteel







