Dados divulgados pelo Ministério da Economia, Secex, apontam que as exportações de sucata ferrosa, insumo usado na fabricação de aço, recuaram 4,9% em agosto sobre o mesmo mês de 2025, ao somarem 67.986 toneladas, mas reagiram em comparação ao mês de julho deste ano, com 47.014 toneladas. Nesse caso, o avanço foi de 44,6%. De janeiro a agosto, as exportações atingiram 588.212 toneladas, 2,6% superiores a janeiro a agosto de 2025.
Segundo o presidente do Instituto Nacional de Reciclagem (Inesfa), Clineu Alvarenga, órgão de classe que representa mais de 5 mil empresas recicladoras, o fim da época das monções (período de chuvas) na Índia e em outros países da Ásia, grandes compradores da sucata brasileira, explica o desempenho das exportações em agosto. Conforme o Inesfa, as exportações de sucata são apenas de volume excedente e representam cerca de 5% do volume total comercializado.
No caso do alumínio, conforme dados do Ministério da Economia, Secex, em agosto, as exportações de sucata de alumínio foram de 4.456 toneladas, contra uma importação de 13.735 toneladas. No ano, são 121.607 toneladas exportadas e quase três vezes mais importadas, 329.604 toneladas. Como ocorre no mercado de sucata ferrosa, o que é vendido ao exterior é somente a sucata que não se consome internamente, os mesmos 5%. No caso do alumínio, desde os anos 2000, importa-se muito mais do que se exporta.
Fonte: Letras & Fatos Comunicação <mauroarbex@gmail.com> Assessoria de imprensa







