Dados divulgados pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, apontam que as exportações brasileiras para os 22 países árabes avançaram 5,75% de janeiro a agosto, para US$ 13,38 bilhões. As receitas cresceram 13,75%, para US$ 5,674 bilhões, puxadas pela demanda por alimentos dos maiores mercados. No maior deles, o Egito, a alta foi de 34,70%, para US$ 2,518 bilhões. Na Argélia, o segundo mais relevante, o avanço foi de 6,61%, para US$ 1,634 bilhão.
Nos países do Levante, a alta geral foi de 7,14%, para US$ 1,704 bilhão, com destaque para as receitas geradas na Jordânia, que cresceram 55,23%, para US$ 489,76 milhões. As vendas para os países do Golfo cresceram 16,83% só em agosto, movimento que fez o resultado acumulado atingir US$ 6,001 bilhões. Nos Emirados Árabes Unidos, o maior mercado para produtos brasileiros entre os árabes e no Golfo, as vendas subiram 6,77%, para US$ 2,358 bilhões. Na Arábia Saudita, o segundo no ranking, o avanço foi de 14,80%, para US$ 2,150 bilhões.
As vendas dos produtos do agronegócio, que compõem 75% da pauta exportadora do Brasil para os árabes, avançaram 6,81% no período, para US$ 9,897 bilhões, com altas registradas no norte africano, no Levante e até no Golfo. Nesta última região, as vendas avançaram 2,19%, para US$ 3,852 bilhões, com os maiores crescimentos registrados no Iêmen e em Omã.
“Seguimos com a perspectiva de poder encerrar o ano com ligeira alta nas receitas de exportação sobre 2025, num patamar muito próximo do melhor resultado de todos os tempos, que foi alcançado em 2024, quando as exportações brasileiras para os árabes somaram quase US$ 24 bilhões”, afirma o secretário-geral da Câmara Árabe-Brasileira, Mohamad Orra Mourad.
Fonte: Daniel Gonçalves de Medeiros assessoria.daniel.medeiros.99@pressmanagermail.com.br Assessoria de imprensa







