A ArcelorMittal informou no último dia 31/07 que fechou o segundo trimestre de 2025 com um lucro líquido de US$ 1,8 bilhão (cerca de R$ 9,3 bilhões na cotação atual) aferindo uma alta de 256% na comparação anual. Segundo o comunicado este resultado foi impulsionado por um ganho excepcional de US$ 1,16 bilhão (R$ 6 bilhões) relacionado à aquisição da participação da Nippon Steel na usina de Calvert, nos EUA. O lucro ajustado do trimestre foi de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões).
A receita líquida total foi de US$ 15,9 bilhões (R$ 82,3 bilhões), com alta de 7,6% em relação ao trimestre anterior. O EBITDA ajustado foi de US$ 1,86 bilhão (R$ 9,6 bilhões), com margem de US$ 135 por tonelada, refletindo melhorias operacionais na Europa e maior contribuição de joint ventures na Índia. A produção de aço bruto totalizou 14,4 milhões de toneladas, com embarques de 13,8 milhões.
Ainda nas informações financeiras temos que o fluxo de caixa livre foi positivo em US$ 514 milhões (R$ 2,7 bilhões); endividamento líquido aumentou para US$ 8,3 bilhões (R$ 43 bilhões), refletindo aquisições e recompra de ações; A empresa manteve liquidez robusta de US$ 11 bilhões (R$ 56,9 bilhões); Foram investidos US$ 1,1 bilhão (R$ 5,7 bilhões) em projetos estratégicos nos últimos 12 meses.
Como perspectivas para 2025 a empresa projeta crescimento de até 2,5% no consumo aparente de aço fora da China neste ano, com destaque para Índia (+6% a +7%) e Brasil (até +2%). No entanto reconhece que tarifas comerciais, como a Seção 232 nos EUA, estão pressionando custos e afetando a demanda nos mercados da América do Norte.
A companhia reafirmou seu plano de investir entre US$ 4,5 bilhões e US$ 5 bilhões em 2025, com foco em crescimento estratégico e projetos de descarbonização, mantendo a política de retorno aos acionistas com dividendos e recompras de ações. Até junho, foram recompradas 8,8 milhões de ações ao custo de US$ 262 milhões (R$ 1,4 bilhão).
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