A partir de um investimento de R$ 30 milhões em 2019, a Mineração Paragominas, comemora em agosto cinco anos de operação licenciada de sua tecnologia pioneira, o Tailings Dry Backfill, que transformou a gestão de rejeitos na mineração de bauxita. Desde o início da implementação, em 2019, a empresa gerenciou de forma sustentável mais de 20 milhões de metros cúbicos de rejeitos, devolvendo-os com segurança às áreas já mineradas e eliminando a necessidade de construção de barragens convencionais.
A metodologia consiste em secar o rejeito e transportá-lo de volta para as cavas, via caminhões, de onde o minério foi extraído. Com isso, aproximadamente 800 hectares antes destinados para armazenamento permanente já estão disponíveis para ações de reabilitação e reflorestamento. Além disso, graças a um contínuo processo de aprimoramento, esta tecnologia tem a capacidade de operar durante todo o ano, inclusive no “inverno amazônico”, período de dezembro a maio conhecido por suas chuvas intensas. Isso foi possível devido ao desenvolvimento de uma infraestrutura robusta de drenagem e logística da área de secagem.
Atualmente, 85% do rejeito gerado já é gerenciado pelo sistema, e isso representa, segundo Edil Pimentel, gerente de Operações de Mina da Mineração Paragominas, uma mudança de paradigma na mineração. “É uma contribuição tanto no aspecto ambiental como no financeiro, com a otimização dos nossos recursos operacionais. Nosso objetivo é alcançar 100% de aproveitamento do rejeito com essa tecnologia, e estamos orgulhosos do caminho que percorremos até aqui”, acrescenta.
Fonte: Ideal Axicom gabriel.martino=ideal-axicom.com@pr-agencia.com
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