Em 2024, a cogeração a partir da biomassa da cana-de-açúcar garantiu cerca de 37 TWh de eletricidade, o que equivale a 56% da produção da usina de Itaipu. Esse volume fortalece a matriz elétrica nacional e reduz a dependência de termelétricas fósseis, mais caras e poluentes. A biomassa respondeu por 8,2% da geração elétrica brasileira, consolidando-se como a quarta fonte renovável mais relevante, atrás da hídrica, eólica e solar. Para o setor sucroenergético, pressionado por margens menores no açúcar e no etanol, a venda de energia elétrica representa diversificação e estabilidade de receita; para o país, é segurança energética e descarbonização.
Fonte: EPE – Empresa de pesquisa Energética ligada ao Ministério das Minas e Energia










