As ações de circularidade fazem parte da Mineração do Futuro, estratégia integrada que orienta a uma mineração mais eficiente, circular e orientada às pessoas. Neste contexto, a Vale mais do que dobrou sua produção de minério de ferro por fontes circulares em 2025, alcançando 26,3 milhões de toneladas – um salto de 107% em relação às 12,7 milhões de toneladas produzidas em 2024.
Em 2025, a circularidade evoluiu de frente piloto para prática industrial de escala, reduzindo a geração de estéril e rejeito e ampliando o reaproveitamento de materiais. Entre os destaques estão a Areia Sustentável Vale, iniciativa que já ultrapassou 3 milhões de toneladas destinadas desde 2023, e a Fábrica de Blocos da Mina do Pico, que transforma rejeitos em insumos para construção civil. Nas operações, Capanema e Vargem Grande (MG) ilustram o potencial de unir segurança operacional, liberação de áreas, eficiência produtiva e valor socioambiental.
A agenda está estruturada em cinco pilares – operações inteligentes; minas menos invasivas; zero estéril, rejeito e carbono; compartilhamento de valor; força de trabalho do futuro – e estima resultados crescentes, apoiado em automação, IA, reprocessamento avançado e novos modelos operacionais integrando geociências, mina e usina.
O avanço da mineração circular ocorre no mesmo ano em que a companhia recebeu reconhecimento internacional: o programa de mineração circular da Vale foi selecionado pelo Business Action Bank, do WBCSD, como uma das cinco melhores práticas globais de descarbonização. A empresa projeta que até 2030, 10% de toda sua produção de minério de ferro no Brasil venha de fontes circulares.
Fonte: Assessoria de Imprensa Vale contato@valeglobalcomm.com










