A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), do Governo de São Paulo, divulgou a lista das 214 cidades classificadas para projetos de geração de energia solar nas prefeituras paulistas. A medida pode ajudar a aliviar os cofres públicos com o custeio de energia elétrica, além de ter como objetivos promover a sustentabilidade, preservar o meio ambiente e mitigar os efeitos das mudanças climáticas em todo o Estado, alinhando-se às metas do Plano de Ação Climática 2050 (PAC 2050) e do Plano Estadual de Energia (PEE 2050). Na primeira etapa do projeto, serão investidos R$ 5 milhões do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop).

Com a medida, as prefeituras habilitadas podem receber recursos para a implementação de usinas com capacidade de até 75 kWp (quilowatt-pico – unidade de medida que indica a potência máxima que um sistema de energia solar fotovoltaico pode gerar). Entre os 20 primeiros colocados, 15 têm menos de 10 mil habitantes – e metade do total de habilitados está nessa faixa. Além disso, 90% dos 20 primeiros tiveram elevada pontuação na categoria de Produto Interno Bruto (PIB) per capita. Os equipamentos devem garantir volume suficiente para abastecer cerca de 50 residências.
“A ideia é simples: o que a prefeitura economizar com energia vira recurso novo para atender a população. Quando desenhamos os critérios, pensamos em alcançar a diversidade dos municípios e maximizar o impacto dos recursos disponíveis. A adesão expressiva demonstra o interesse dos municípios, e esperamos que os projetos gerem benefícios que vão além das usinas: engajamento das comunidades com a transição energética e cultura de redução de custos”, destaca a subsecretária de Energia e Mineração da Semil, Marisa Barros.
Fonte: Semil Assessoria de imprensa







