O avanço das tecnologias de observação da Terra está tornando mais preciso o monitoramento dos estoques de carbono em florestas, fortalecendo a credibilidade dos mercados de carbono. Segundo o Banco Mundial, existem atualmente 80 mecanismos de precificação de carbono em operação no mundo, cobrindo cerca de 28% das emissões globais de gases de efeito estufa. No Brasil, a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) amplia a demanda por sistemas confiáveis de mensuração e verificação. Para Adriano Junqueira, especialista em sensoriamento remoto, o uso de imagens de satélite em alta resolução aumenta a transparência, permite identificar mudanças nas florestas, e torna mais auditáveis os processos de geração de créditos de carbono, elevando a confiança do mercado.
Fonte: Temma Agência | Relações Públicas e Marketing Digital







