Dados da Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), após consultas com 318 empresas, sendo 123 pequenas, 133 médias e 62 grandes, entre 3 e 12 agosto de 2026, apontam que a indústria da construção segue em ritmo inferior ao registrado no ano passado. Em julho, o índice que mede a evolução da atividade do setor variou apenas 0,1 ponto, para 47,2 pontos. Com isso, o indicador se manteve meio ponto abaixo da média para os meses de julho.

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO), que funciona como um termômetro do ritmo dos canteiros de obras, recuou 1 ponto percentual, para 66%, em agosto. A UCO está 2 pontos percentuais abaixo do patamar observado no mesmo mês do ano passado. Já o índice de evolução do número de empregados registrou alta de 0,4 ponto e chegou a 48,3 pontos. O indicador está 1,6 ponto acima da média para os meses de julho.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção subiu 1,6 ponto e fechou agosto em 47,2 pontos. Apesar da melhora, o indicador continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, apontando pessimismo dos industriais da construção. Diante de expectativas moderadas, a intenção de investir ficou estável em 42,2 pontos. Ainda assim, o indicador está acima da média história, de 38,4 pontos.
Os empresários da construção não esperam mudanças significativas nos rumos do setor nos próximos meses. A pesquisa mostra que eles desejam manter o nível de compras de insumos e matérias-primas e o total de empregados a curto prazo. Em relação ao nível de atividade, os industriais projetam leve alta, enquanto esperam queda no lançamento de empreendimentos e serviços.
Fonte: Jornalismo – CNI imprensa@cni.com.br Assessoria de imprensa







