O ano de 2025, para a siderurgia brasileira mostrou um ano marcado por frustrações: estagnação econômica, juros elevados, baixa utilização da capacidade instalada e avanço das importações.
O Brasil permaneceu estagnado em seu desenvolvimento econômico e, com a manutenção de uma taxa de juros elevada, desproporcional a qualquer tentativa de avanço, praticamente não houve progresso. Até outubro, conforme os dados divulgados em novembro pelo Instituto Aço Brasil, a utilização da capacidade instalada da siderurgia continuavam em 65%, cifra insuficiente para gerar caixa e viabilizar novos investimentos. Enquanto isso, as vendas internas seguiam paradas, com retração de 0,3%, frente ao acumulado de janeiro a outubro de 2024, enquanto as importações se alçavam a 6,1% no mesmo período.
Havia expectativa de que a implantação do sistema de cota-tarifa surtisse efeitos positivos na contenção das importações predatórias, e solucionasse o problema da entrada de aço externo. Contudo, na prática, os números mostraram que não foi assim. As importações seguiram em alta e apenas agora, perto do final do ano, com os julgamentos de ações antidumping que impõem taxação extra a certos produtos, parece surgir algum alento ao setor.
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